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Albiriox: Novo malware para Android pode roubar senhas de 400 apps bancários

Um novo malware encontrado em oferta no cibercrime, o ‘Albiriox’, promete conceder acesso remoto ao dispositivo infectado e roubar credenciais de mais de 400 apps bancários.

marcelo

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Albiriox: Novo malware para Android pode roubar senhas de 400 apps bancários
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Há um novo Malware-as-a-Service (MaaS) circulando no submundo do cibercrime: o Albiriox. Identificado pela equipe de segurança Cleafy Threat Intelligence em 27 de novembro, o software malicioso é projetado para aplicar On-Device Fraud (ODF), técnica em que o invasor obtém controle sobre o dispositivo infectado para executar ações sem consentimento do usuário.

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Nos materiais de divulgação, o malware é apresentado como uma solução multifacetada para obter controle total do aparelho, com direito a interações em tempo real e capacidade de executar operações não autorizadas sem que o usuário perceba. A ferramenta maliciosa mira especificamente apps bancários e carteiras de criptomoedas — e cerca de 400 deles são listados como alvos.

Albiriox foi observado pela primeira vez em setembro de 2025, quando atacantes iniciaram uma fase limitada de recrutamento. Cerca de um mês depois, ele foi oficialmente anunciado como produto dentro do modelo MaaS.

Como funciona o Albiriox?

Segundo a Cleafy, o Albiriox é uma família de malware para Android em desenvolvimento ativo, com sinais claros de iteração rápida. Há indícios de que a operação é conduzida por agentes de ameaças falantes de russo.

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undefinedHá indícios de que a operação principal do Albiriox é feita por agentes maliciosos falantes da língua russa. (Fonte: Cleafy/Reprodução)

  • Uma vez no dispositivo, o Albiriox garante controle remoto ao invasor para viabilizar ações fraudulentas.
  • Os comandos são enviados por meio de uma conexão TCP entre o alvo e o servidor command-and-control (C2).
  • Assim, o atacante extrai informações sensíveis, exibe telas pretas ou vazias e ajusta o volume para operar de forma discreta.

De forma geral, o malware instala e ativa um módulo de acesso remoto VNC (Virtual Network Computing). Além disso, como outros trojans bancários para Android, o Albiriox suporta ataques de sobreposição contra cerca de 400 apps bancários ou de criptomoedas para roubo de credenciais.

Distribuição acontece por engenharia social

Assim como em outras campanhas de malwares oferecidos como serviço, o método de distribuição do Albiriox tende a variar. Em uma das campanhas observadas, os operadores miraram vítimas austríacas com mensagens SMS e phishing que continham links encurtados para baixar apps falsos na Play Store, como o app “PENNY Angebote & Coupons”.

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app falso atuava como dropper — um software cujo propósito é baixar outros malwares, incluindo o Albiriox. Ele ainda coage o usuário a autorizar a instalação de apps de fontes desconhecidas, abrindo caminho para a implantação completa do trojan.

A entrega por phishing é um dos métodos de distribuição de malwares mais comuns dada a sua simplicidade e eficiência. Com ela, o atacante se passa por uma empresa ou órgão governamental oferecendo um app falso para oferecer produtos, serviços, descontos ou soluções para problemas comuns do momento.

Como evitar o Albiriox?

As dicas para prevenir o Albiriox são amplamente conhecidas:

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  • Evite baixar aplicativos de fontes não oficiais;
  • Desconfie de apps oferecidos por meios alternativos (anúncios, SMS ou e-mail, por exemplo);
  • Só autorize a instalação de apps de fontes desconhecidas quando tiver total confiança no fornecedor.

Os mecanismos de furtividade do Albiriox permitem que o malware passe despercebido por antivírus tradicionais. Porém, se o celular começar a exibir telas escuras ou vazias, ou realizar atualizações estranhas após instalar um app de origem desconhecida, vale desconfiar que há um malware em ação.

 

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Tecnologia

Deepfakes sexuais: crime está ficando mais comum no Brasil

A maior parte das denúncias registradas na SaferNet em 2025 estava relacionada a imagens de abuso e de exploração sexual infantil

marcelo

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Deepfake impulsinada por IA 1920x1080
(Imagem: FAMILY STOCK/Shutterstock)
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Criada em 2004 pela Comissão Europeia, em parceria com a rede Insafe, a iniciativa mobiliza mais de 180 países em ações de conscientização sobre riscos e boas práticas no ambiente online.

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De acordo com o Identity Fraud Report 2025–2026, ataques envolvendo deepfakes cresceram 126% no Brasil em 2025.

E um mapeamento feito pela organização SaferNet Brasil se aprofundou no recorte das deepfakes sexuais em escolas – imagens ou vídeos de nudez criados com inteligência artificial sem o consentimento das vítimas.

  • Foram identificadas 173 vítimas de deepfakes sexuais em instituições de ensino públicas e privadas de dez estados brasileiros.
  • O estado de São Paulo lidera o número de ocorrências, com 51 vítimas, seguido por Mato Grosso (30), Pernambuco (30) e Rio de Janeiro (20).
  • Todas as vítimas identificadas são mulheres (alunas e professoras).
  • O levantamento identificou 60 autores dos crimes.
  • O relatório completo será divulgado no mês que vem.
  • O trabalho conta com recursos do fundo SafeOnline, do Fundo das Nações Unidas para a Infância (Unicef).

A pesquisa, iniciada em 2023, tem como base o monitoramento de notícias. Além disso, a SaferNet opera a Central Nacional de Denúncias de Crimes Cibernéticos. O canal recebeu 264 links (URLs) relacionados a este tipo de crime desde 2023.

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“Analisamos 264 links reportados que podiam ter vínculo com o compartilhamento de deepfakes sexuais não consentidos e de materiais artificiais de abuso sexual infantil. Desses, 125 continham imagens reais de abuso sexual infantil”, explica Sofia Schuring, pesquisadora da SaferNet.

Segundo ela, 8% dos links analisados tinham conteúdo artificial de abuso e exploração sexual infantil.

Também foram contabilizados dez casos de deepfakes envolvendo adultos e 20 casos de vazamento de imagens íntimas reais, sem uso de IA.

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A SaferNet mostra que esses conteúdos são compartilhados por grupos organizados, que usam bots para notificação, aplicativos de mensagem e fóruns na dark web.

Assim, a organização defende o bloqueio das ferramentas de notificação e a asfixia financeira dessas redes.

Outros dados da SaferNet

  • Denúncias de crimes cibernéticos: a central recebeu 87.689 novas queixas, um aumento de 28,4% em relação a 2024.
  • A maior parte era relacionada a imagens de abuso e de exploração sexual infantil, com um total de 63.214 notificações. Essa é a segunda maior marca já registrada pela SaferNet, superada apenas em 2023 (71.867 notificações). Para a organização, as IAs têm contribuído para esse aumento.
  • Misoginia (ódio contra mulheres): 8.728 casos – aumento de 224,9% no período.
  • Apologia e incitação a crimes contra a vida: 4.752 denúncias.
  • Racismo: 3.220 casos.
  • Xenofobia: queda em relação a 2024, passando de 3.449 para 755 casos.
  • Tráfico de pessoas: patamar estável, com 442 casos.
  • Outras denúncias em alta: intolerância religiosa, LGBTfobia, neonazismo e de maus tratos com animais.

Essa matéria usou informações da Agência Brasil (1 e 2).

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Tecnologia

Caiu no golpe do nude? Veja 8 orientações de uma advogada sobre sextorsão

Golpes de chantagem com fotos íntimas têm se espalhado nas redes; confira orientações jurídicas para entender como agir desde os primeiros sinais

marcelo

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Caiu no golpe do nude? Veja 8 orientações de uma advogada sobre sextorsão
Capturas de tela, áudios e outros materiais devem ser encarados como provas; é importante mantê-los a salvo — Foto: Reprodução/Shutterstock
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O golpe do nude, também conhecido como sextorsão, acontece quando criminosos usam ameaças de divulgação de imagens íntimas para extorquir dinheiro ou outras vantagens das pessoas. Esse tipo de crime pode ocorrer mesmo sem o uso de fotos reais e costuma explorar o medo da exposição para pressionar a vítima a agir rapidamente. Em situações assim, decisões impulsivas — como pagar o chantagista ou apagar conversas – tendem a piorar o problema.

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Para orientar quem enfrenta esse tipo de ameaça, o Portal Senna ProSites ouviu a advogada especialista em direito criminal, Amanda Silva Santos, que explica quais atitudes devem ser tomadas para preservar provas, denunciar corretamente o crime, proteger contas e buscar apoio jurídico. Confira, a seguir, 8 orientações essenciais para vítimas de sextorsão.

Orientações jurídicas em caso de golpe do nude

Nesta guia, você confere orientações jurídicas para saber como se proteger em casos de golpes com imagens íntimas. Veja, abaixo, o índice da matéria:

  • Não pague, mesmo com chantagem
  • Não apague as provas
  • Denuncie de maneira correta
  • Proteja sua privacidade e contas
  • Bloqueie o criminoso
  • Contrate um advogado
  • Denuncie à plataforma em que o crime ocorreu
  • Caso já tenha mandado dinheiro, o que fazer?
  • O que é o golpe do nude ou sextorsão?
  • É possível ser vítima mesmo sem ter enviado fotos explícitas?

Não pague, mesmo com chantagem

Ao perceber que está sendo alvo de um golpe do nude, a principal orientação é não ceder às exigências do chantagista. O pedido de dinheiro costuma vir acompanhado de ameaças, justamente para provocar medo e forçar uma decisão rápida. No entanto, o pagamento não encerra o problema e, em muitos casos, abre espaço para novas cobranças ou abordagens de outros criminosos.

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A advogada Amanda Silva Santos reforça que ceder à chantagem não é uma solução: “O pagamento não garante que o conteúdo não será divulgado e, na prática, costuma estimular novas exigências, agravando ainda mais a situação da vítima”, afirma.

Não apague as provas

Mesmo diante do impacto emocional da situação, é fundamental não excluir perfis nas redes sociais ou conversas. As provas são essenciais para qualquer tentativa de responsabilização criminal e para futuras medidas legais. Mensagens, imagens, vídeos, nomes de usuários e números de telefone ajudam a demonstrar como o crime ocorreu.

Segundo Amanda, o ideal é preservar todo o material envolvido no contato com o criminoso.

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“Devem ser coletadas e preservadas a íntegra das conversas, os registros de perfis e/ou números de telefone utilizados pelos criminosos, bem como os comprovantes de eventuais transferências solicitadas ou realizadas, além de qualquer mensagem contendo ameaça de divulgação de imagens íntimas”, declara.

A advogada ainda afirma que, para reforçar a validade jurídica, recomenda-se a lavratura de ata notarial em cartório.

Denuncie de maneira correta

A sextorsão é crime e pode ser denunciada mesmo que a vítima não saiba quem está por trás do perfil ou número utilizado. O registro do boletim de ocorrência é um passo importante para iniciar a investigação e acionar os meios legais disponíveis. De acordo com a advogada, a identificação do autor não é um obstáculo inicial.

“A identificação do autor não é requisito para o registro da ocorrência. As autoridades policiais possuem meios técnicos e legais para a identificação e localização do criminoso, incluindo a solicitação de dados às plataformas e operadoras”, explica.

Proteja sua privacidade e contas

 

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Após a ameaça, é recomendável revisar as configurações de privacidade nas redes sociais e reforçar a segurança das contas digitais. Trocar senhas, ativar a autenticação em dois fatores e limitar quem pode enviar mensagens ou visualizar perfis ajuda a reduzir novas tentativas de contato ou vazamentos de informações pessoais. Essas medidas não substituem a denúncia, mas funcionam como uma camada adicional de proteção enquanto o caso é tratado.

Bloqueie o criminoso

Assim que as provas forem reunidas, o contato com o chantagista deve ser interrompido. Continuar respondendo às mensagens tende a aumentar a pressão psicológica e pode levar a novas ameaças. O bloqueio deve ser feito em todas as plataformas utilizadas pelo criminoso, como redes sociais, aplicativos de mensagens e e-mail. A orientação é clara: não negociar, não discutir e não tentar “ganhar tempo”.

Qualquer tipo de contato com o chantagista deve ser interrompido; o mais indicado é bloqueá-lo nas redes sociais — Foto: Divulgação/Freepik

Qualquer tipo de contato com o chantagista deve ser interrompido; o mais indicado é bloqueá-lo nas redes sociais — Foto: Divulgação/Freepik

Contrate advogado

Embora não seja obrigatório para registrar a ocorrência, o acompanhamento jurídico pode ajudar a vítima a entender seus direitos e a conduzir o caso de forma mais segura. Um advogado especializado fornece orientação sobre medidas legais, preservação de provas e eventuais pedidos judiciais. Para Amanda Silva Santos, o suporte profissional é importante:

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“É recomendável a contratação de advogado para o devido assessoramento jurídico e para as demais tratativas necessárias ao acompanhamento da demanda”, aponta.

Denuncie à plataforma em que o crime ocorreu

Quando o golpe acontece por meio de redes sociais ou aplicativos, é importante comunicar a própria plataforma. A advogada destaca esse passo como parte do enfrentamento ao crime:

“Caso o crime tenha ocorrido por intermédio de redes sociais, é necessário denunciar a prática à plataforma ou rede social utilizada, a fim de que seja realizada a eventual remoção do material íntimo, o bloqueio do perfil utilizado e a preservação dos dados cadastrais do usuário”.

Caso já tenha mandado dinheiro, o que fazer?

Se a vítima já realizou algum pagamento ao chantagista, a primeira medida é interromper imediatamente qualquer nova transferência, mesmo que as ameaças continuem. O envio de dinheiro não impede a divulgação do material e costuma incentivar novas exigências, prolongando o ciclo de extorsão.

Também é importante guardar todos os comprovantes de pagamento, como recibos, extratos bancários, transferências via Pix ou registros de cartões, pois essas informações ajudam a demonstrar a prática criminosa no boletim de ocorrência.

Além disso, a vítima deve registrar a denúncia o quanto antes e informar à instituição financeira sobre a transação, já que, em alguns casos, é possível tentar bloquear valores ou ao menos registrar formalmente o golpe. O apoio jurídico também pode ser fundamental para orientar os próximos passos e evitar novos prejuízos.

O que é o golpe do nude ou sextorsão?

O golpe do nude, também chamado de sextorsão, ocorre quando alguém ameaça divulgar imagens íntimas reais ou falsas para exigir dinheiro, favores ou outras vantagens. Em muitos casos, o criminoso se passa por um interesse amoroso para induzir a vítima a enviar fotos. Em outros, utiliza montagens, deepfakes ou imagens geradas por inteligência artificial para simular um conteúdo que nunca existiu. Por outro lado, a prática sempre existiu, mas tem se tornado cada vez mais frequente e se aproveita da exposição nas redes sociais.

É possível ser vítima mesmo sem ter enviado fotos explícitas?

Sim. A vítima pode ser alvo de sextorsão mesmo sem nunca ter enviado imagens íntimas. Golpistas podem usar fotos manipuladas, imagens falsas ou simplesmente blefar, alegando ter acesso remoto ao seu dispositivo. O medo da exposição pública é explorado como ferramenta de pressão. Nesses casos, as orientações seguem as mesmas: não pagar, preservar provas, denunciar e buscar apoio jurídico e emocional.

Com informações de Blog Avast

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Samsung teria aumentado preço de memórias RAM DDR5 em mais de 100%, diz site

Companhia sul-coreana pode ter realizado ajustes expressivos no valor dos módulos DDR5 e DDR4 de 16 GB.

marcelo

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Samsung teria aumentado preço de memórias RAM DDR5 em mais de 100%, diz siteSamsung teria aumentado preço de memórias RAM DDR5 em mais de 100%, diz site
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O mercado de hardware vive semanas dramáticas e que podem ficar ainda piores, já que a Samsung teria aumentado o preço de módulos de memória RAM em mais de 100%. As informações foram divulgadas pelo informante Jukan na rede social X, mas começaram a circular após uma reportagem do site taiwanês TechNowVoice.

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Segundo a especulação, a gigante sul-coreana teria aumentado exponencialmente o preço de contrato nos módulos de memória RAM DDR5, em especial os de 16 GB. O custo por módulo girava entre US$ 7 e até US$ 10 no início do ano (entre R$ 38 e R$ 54), e agora foi reajustado para US$ 19,50 (R$ 106), ou seja, um aumento máximo de até 178% ao comparar com o valor mais baixo.

O mesmo vale também para os módulos DDR4, que ainda atuam no protocolo mais antigo, embora sejam bem visados pelos consumidores em países como o Brasil. Na ocasião, o preço chega a US$ 18 (R$ 98) por unidade, e surpreende pela proximidade com o DDR5, mesmo sendo uma tecnologia já tecnicamente obsoleta.

Vale notar que o preço de contrato é equivalente ao valor de atacado, ou seja, comprado em grandes quantidades por fabricantes. Isso significa que o preço no varejo será ainda maior, embora a precificação ainda não esteja cravada, mas não seria surpresa ver módulos de 16 GB vendidos por mais de US$ 100 (cerca de 540) no mercado internacional.

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Empresa já aumentou valores antes

Essa não é a primeira vez que a Samsung realiza um aumento de preços repentino no valor dos seus chips de memória. Entre outubro e novembro, a companhia teria reajustado os preços em até 60%, e na época já havia rumores de que mais reajustes aconteceriam a curto e médio prazo.

  • Nos Estados Unidos, dada a flutuação dos preços de RAM, algumas varejistas estão retirando os preços desses componentes das prateleiras;
  • Países com a China já vendem kits de 256 GB por preços mais altos que uma GeForce RTX 5090, GPU gamer mais cara disponível;
  • Rumores recentes indicam que a AMD teria notificado seus parceiros sobre aumentos no preço de suas placas de vídeo para 2026;
  • Com o reajuste das memórias, GPU e notebooks devem ficar bem mais caros nos próximos meses;
  • A Asus também já preparou o público para um aumento de preço nos computadores;
  • No setor de smartphones, foi a Xiaomi que revelou a necessidade de subir o valor dos seus celulares por conta da crise;
  • A própria Samsung deve ter problemas na hora de precificar a futura linha dos Galaxy S26 no próximo trimestre.

É importante salientar que essas informações devem ser tratadas como rumor, afinal de contas não foram oficialmente confirmadas pela Samsung. Ontem, uma especulação apontava que a Samsung também iria descontinuar a fabricação de SSDs SATA, mas a companhia se pronunciou e disse que as alegações eram falsas.

 

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