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Escritora Noélia Miranda debate literatura antirracista no podcast Elas EScrevem

marcelo

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Escritora Noélia Miranda debate literatura antirracista no podcast Elas EScrevem
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A escritora Noélia Miranda, autora de livros infantis e infanto juvenis, é a convidada do quarto episódio do podcast Elas Escrevem, que vai ao ar nesta segunda-feira (2), às 20h, no canal Feijão com Maionese, no Youtube. Ela vai abordar o tema Literatura Antirracista. O podcast é apresentado pelas escritoras Kátia Fialho e Carla Guerson. Todos os episódios contam com tradução em Libras, legendas e audiodescrição, garantindo acessibilidade para pessoas com deficiência auditiva e visual.

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Noélia escreve desde criança, mas foi há 13 anos, em sala de aula, atuando como professora, que foi despertada nela a ideia de publicar livros. Isso se deu após constatar que a literatura negra não chegava às unidades de ensino. De lá pra cá ela lançou, até o momento, oito livros. O primeiro foi Zacimba Gaba, no qual resgata a história da princesa que dá nome ao livro. Escravizada, ela liderou revoltas pela liberdade dos negros no norte do Espírito Santo e a formação de quilombos.

O livro mais recente de Noélia é Baby Afro – o menino tocador. Nele, a autora se inspirou na observação do seu filho em aprender os sons dos instrumentos de percussão. Uma nova obra está em fase de preparação. Trata de uma coletânea de escritores negros, com contos que homenageiam personagens negros, vivos, que fazem parte da história do Espírito Santo.

Noélia Miranda também coordena a editora Nsoromma, junto com o ilustrador Gió. Inicialmente, ambos publicavam as suas próprias obras. Mas depois passaram a ser procurados por outras pessoas que queriam publicar pela Nsoromma. Ao abrir para outros escritores, a editora optou por focar em obras alinhadas com a temática das relações étnico raciais com foco nas infâncias. De acordo com Noélia, são obras que promovem o “afroencantamento, histórias não contadas e reconexões ancestrais”.

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Para a escritora, o podcast Elas Escrevem é um canal de “divulgação, respeito e resgate de nossas histórias”. “A gente não pode perder de vista que influenciamos outras pessoas. O podcast é uma oportunidade de levar nossas mensagens ancestrais mais adiante”, diz.

Os demais temas do Elas EScrevem serão: literatura e os objetivos de desenvolvimento sustentável – meio ambiente, com Renata Bomfim; cadeia produtiva do livro no Espírito Santo e linhas de fomento governamentais exclusivas para mulheres, com Fabiola Mozine; literatura e música, com Fernanda Nali; literatura e diversidade: obras literárias inclusivas para PCDs, com Isabella Baltazar; desafios do fazer literário como meio de sobrevivência para mulheres escritoras, com Aline Dias; literatura e artes visuais, com Mara Coradello; literatura feminina e mercado editorial, com Jeovanna Vieira; e literatura como direito humano, com uma escritora a ser definida.

O podcast Elas Escrevem é realizado com recursos da Lei Aldir Blanc de Cariacica. Kátia Fialho, proponente do projeto, é apresentadora e roteirista do projeto, graduanda em Produção Cultural, escritora, produtora cultural, copywriter e redatora. Ela também é membro fundadora da Academia Cariaciquense de Letras (ACL), onde ocupa a cadeira nº 8.

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“Ter Noélia conosco no Podcast Elas EScrevem é uma honra e um privilégio. Além de ser uma escritora de inestimável talento, ela também é uma respeitada autoridade capixaba quando se fala em Educação para as Relações étnico-raciais (ERER). Com sua vasta experiência, já conduziu diversas formações essenciais a incontáveis educadores nas redes de ensino de vários municípios capixabas, compartilhando não apenas o seu saber ancestral, mas também o seu conhecimento técnico em prol de uma educação libertadora e orientada para a criação de uma sociedade mais justa, igualitária e consciente dos desafios existentes em nosso mundo – dentre eles, o racismo estrutural”, diz Kátia.

A escritora e advogada Carla Guerson atua como apresentadora e roteirista do podcast. Segundo ela, o Elas EScrevem busca ampliar o alcance da literatura produzida por mulheres capixabas, promovendo visibilidade nacional por meio da disponibilização dos episódios nas plataformas digitais.

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Espetáculo de dança “Bom Sujeito” leva ao palco do Sesc Glória a fusão entre samba e flamenco

marcelo

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Espetáculo de dança "Bom Sujeito" leva ao palco do Sesc Glória a fusão entre samba e flamenco
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O Centro Cultural Sesc Glória, por meio do projeto Cena Local, recebe o espetáculo de dança “Bom Sujeito”, solo da bailarina Ivna Messina. O público poderá conferir a apresentação nos dias 26, 27 e 28 de fevereiro, às 19h30, no Teatro Virgínia Tamanini.

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Fruto de uma pesquisa que aproxima o flamenco do samba, “Bom Sujeito” estreou em 2016 como parte do projeto “Isso não é flamenco” e reafirma o olhar de Ivna Messina sobre as fronteiras entre linguagens dos países Espanha e Brasil.

Com direção de Fernando Marques e trilha sonora original de Letícia Malvares e Roberto Monteiro, o espetáculo convida o público a entrar em um território onde samba e flamenco se sobrepõem, dialogam e se reinventam em cena.

Em cena, a artista explora uma fusão de ritmos, musicalidades e expressões corporais para revelar afinidades e apresentar as tradições culturais dos países.

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Cena Local

O projeto do Sesc Cultura oferece espaço para grupos locais se apresentarem nos teatros do Sesc Glória, seja em sessão única no Teatro Glória ou em minitemporada no Teatro Virgínia Tamanini. O objetivo é impulsionar o amadurecimento dos espetáculos e proporcionar ao público experiências cênicas de qualidade com artistas e grupos capixabas.

Serviço: Cena Local | Espetáculo” Bom Sujeito”

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Categoria: Dança

Data: 26, 27 e 28 de fevereiro de 2026

Hora: 19h30

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Local: Teatro Virginia Tamanini – Centro Cultural Sesc Glória

Duração: 40 min

Classificação: Livre

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Capacidade: 60 lugares

 

Ingressos

Valores: R$20,00 (Inteira) | R$10,00 (comerciário/meia/meia solidária) | R$13,00 (conveniado) | R$15,00 (comerciante)

 

Meia solidária

A meia solidária é uma iniciativa do Sesc que arrecada alimentos para doação ao programa Mesa Brasil. Nessa modalidade a aquisição de ingressos pela metade do preço é válida mediante doação de 1kg de alimento não perecível, exceto sal e açúcar.

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Exposição reunirá obras de 36 artistas capixabas e nacionais no MAES

marcelo

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Exposição reunirá obras de 36 artistas capixabas e nacionais no MAES
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Parte de um acervo de arte particular estará disponível para o grande público entre a próxima terça-feira (24) e 26 de abril no Museu de Arte do Espírito Santo Dionísio Del Santo (MAES). É a mostra “Arte em todos os sentidos”, que vai reunir obras contemporâneas de 36 artistas capixabas e nacionais.

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Com um olhar direcionado à contemporaneidade, o diretor do MAES, Nicolas Soares, fez a curadoria da exposição e selecionou 41 pinturas, gravuras, desenhos, fotografias e esculturas entre as obras que integram o acervo do colecionador de arte Ronaldo Domingues de Almeida.

“Nunca planejei formar um acervo. Queria apenas conviver com a arte no cotidiano. A coleção cresceu de forma espontânea, movida pelo interesse estético e pela experiência proporcionada por cada obra. Com o tempo, fiquei me perguntando qual o sentido de manter tantas obras restritas a poucos”, descreve o colecionador e curador adjunto da mostra.

A exposição permitirá que os visitantes apreciem criações de artistas nacionais que nunca ou raríssimas vezes expuseram em Vitória.

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“Quanto aos artistas capixabas escolhidos, na impossibilidade de apresentar a totalidade, o curador selecionou nomes representativos de períodos diversos, buscando obras cujas temáticas fogem daquelas pelas quais habitualmente são reconhecidos”, completa a jornalista Adriana Machado, coordenadora do projeto e produtora executiva da exposição.

O nome “Arte em todos os sentidos” é uma referência a um detalhe de uma obra do artista Paulo Bruscky, uma arte postal, cujo título é “Hoje a Arte é este Comunicado”. A peça faz parte do acervo e a escolha do título dialoga com o projeto.

A mostra integra o projeto Acervo RDA – Preservação e Difusão do Acervo Ronaldo Domingues de Almeida na Midiateca Capixaba, cujo objetivo é contribuir para a democratização do acesso à arte e salvaguardar a memória do patrimônio artístico capixaba, em especial.

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O projeto foi aprovado no Edital nº 18, lançado pela Secretaria da Cultura (Secultes) em 2024, e foi contemplado com recursos do Fundo de Cultura do Estado do Espirito Santo (Funcultura) e da Política Nacional Aldir Blanc (PNAB), do Ministério da Cultura (MINC).

Exposição reunirá obras de 36 artistas capixabas e nacionais no MAES

Acervo RDA

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A mostra é uma das ações formativas integradas ao projeto Acervo RDA, que está em execução. Obras do acervo estão sendo catalogadas e digitalizadas para inserção na plataforma online do Governo do Estado, Midiateca Capixaba.

A realização da exposição no MAES se deve ao convite feito pela instituição, por reconhecer a relevância do projeto tanto em relação à preservação da memória dessas obras quanto pelo propósito de buscar a democratização do acesso à arte.

“Foi dessa reflexão que nasceu o desejo de compartilhar. A digitalização e a inserção do acervo na Midiateca Capixaba transformam o que era privado em acesso público, ampliando a experiência da arte e sua função social. E, agora, estamos levando parte desse acervo fisicamente durante a exposição”, acrescenta Adriana Machado.

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O acervo conta com centenas de obras, entre pinturas, gravuras, desenhos, fotografias e esculturas, de aproximadamente 100 artistas modernos e contemporâneos, renomados e emergentes, sendo a maioria capixaba. Entre esses, os acadêmicos Homero Massena, Levino Fânzeres e Álvaro Conde, e também artistas contemporâneos como Hilal Sami Hilal, Andreia Falqueto, Júlio Tigre, Sandro Novaes, Claudia Colares, Orlando de Faria Rosa, o Lando, Didico e Rick Rodrigues. Entre os artistas de outros estados e países: Amilcar de Castro, Tomie Ohtake, Cildo Meireles, Prozak e Alex Vallauri (grafites), Sante Scaldaferri e Antônio Poteiro.

O colecionador

Ronaldo Domingues de Almeida é juiz. Ele iniciou sua relação com a arte no ambiente político-cultural da Universidade Federal do Espírito Santos (Ufes), nos anos 1980. Começou a colecionar obras por prazer, mas, com o tempo, aprofundou seu interesse, formou-se em Artes Plásticas e passou a reunir um acervo expressivo de arte moderna e contemporânea, especialmente capixaba.

Sua casa se transformou em galeria viva, e hoje ele reconhece o valor público da coleção e busca sua difusão por meio da Midiateca Capixaba. Almeida adquire as obras para seu acervo muitas vezes diretamente com o próprio artista, principalmente os radicados no Estado. Também compra em galerias de arte ou por meio de leilões.

CONFIRA OS ARTISTAS COM OBRAS EM EXPOSIÇÃO:

ÁLVARO CONDE
ANDRÉIA FALQUETO
ÂNGELO DE AQUINO
ANTÔNIO POTEIRO
AUGUSTO HERKENHOFF
CARLOS SCLIAR
CILDO MEIRELES
CLAUDIA COLARES
DAN MENDONÇA
DIDICO
FRANZ WEISMANN
GILBERT CHAUDANNE
HILAL SAMI HILAL
HOMERO MASSENA
IOLE DE FREITAS
JOCIMAR NALESSO
JOSÉ ROBERTO AGUILAR
MARIA BONOMI
LANDO
LEVINO FÂNZERES
LINCOLN GUIMARÃE DIAS
LUCIANO BOI
PAULO BRUSCKY
PITÁGORAS LOPES
PROZAK
REGINA CHULAM
REGINA SILVEIRA
RICK RODRIGUES
ROSANA PASTE
SANDRO NOVAES
SANTE SCALDAFERRI
TOM BOECHAT
TOMIE OHTAKE
VIVA VILAR
WALTÉRCIO CALDAS
WESLEY DUKE LEE

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Que lugar é este (?): livro com história de detentos será lançado em Viana

marcelo

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Que lugar é este (?): livro com história de detentos será lançado em Viana
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Nesta segunda-feira (23), às 15h, será lançado o livro Que lugar é este (?), obra que marca a culminância do projeto homônimo realizado pela produtora cultural e escritora Kátia Fialho, com pessoas LGBTQIAPN+ privadas de liberdade na Penitenciária de Segurança Média II (PSME II), em Viana.

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Executado entre março e maio de 2025, o projeto foi viabilizado com recursos do Edital 04/2023 – Valorização da Diversidade Cultural Capixaba da Secretaria de Estado da Cultura do Espírito Santo (SECULT), e promoveu a fruição cultural por meio da leitura e da escrita, como ferramentas de produção de sentido e, ainda, a formação de leitores e ressocialização por meio da literatura.

Que lugar é este (?): livro com história de detentos será lançado em Viana

A obra reúne escrevivências de 23 participantes que aceitaram integrar a publicação, no formato crônica, trazendo à tona memórias, afetos, identidades, desafios e resistências produzidas durante as oficinas de leitura e escrita. O livro também apresenta relatos da equipe responsável, composta por:

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  • Kátia Fialho – organizadora e editora do livro, coordenadora geral do projeto e mediadora das oficinas;
  • Henrique Barros – fotógrafo e diagramador e corresponsável pelo projeto gráfico e produção do livro, em conjunto com Kátia.

As atividades envolveram a leitura do livro “Corpos benzidos em metal pesado”, do autor Pedro Augusto Baía (vencedor do Prêmio SESC de Literatura 2022), que assina o prefácio da obra. O livro conta, ainda, com a participação da Drag Queen e influenciadora digital Rita Von Hunty e do professor da Unifesp e Coordenador do Núcleo Trans dessa universidade, Dr. Renan Quinalha, que assinam, respectivamente, a contracapa e as orelhas do livro.

O lançamento será realizado dentro da própria PSME II, em evento restrito a familiares, amigos convidados e autoridades, valorizando o retorno das produções literárias ao território afetivo de seus autores e reforçando a potência transformadora da palavra.

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