Negócios
10 apps de controle financeiro para cuidar melhor do dinheiro em 2026
Opções entregam diversos recursos de gerenciamento, desde registro de movimentações financeiras, até o planejamento de futuros gastos; confira lista
Começar o ano com as finanças organizadas é o sonho de qualquer um e alguns aplicativos de controle financeiro podem ajudar nesse desafio. Pensando nisso o Portal Senna ProSites preparou uma lista com os 10 melhores aplicativos de gerenciamento de economias para você não passar aperto em 2026. Com recursos que vão desde o registro automático de despesas até alertas de contas a pagar, esses apps possibilitam que cada usuário possa escolher a ferramenta que melhor se adapta ao seu estilo de vida e objetivos financeiros.
Entre os aplicativos que se destacam, estão nomes como Money Lover, Mobills e Fin, cada um com funcionalidades específicas voltadas para diferentes perfis de usuários, incluindo opções gratuitas e pagas. Disponíveis para Android e iPhone (iOS), muitos desses aplicativos permitem integração com contas bancárias, enquanto outros se destacam por terem interfaces intuitivas, transformando o controle financeiro em uma experiência relativamente simples. Confira, a seguir, todos os detalhes dos 10 melhores aplicativos de controle financeiro disponíveis em 2026.
Veja 10 apps de controle financeiro para cuidar melhor do dinheiro
Nesta lista, você vai conferir em detalhes quais aplicativos existem para monitorar seus gastos e organizar dinheiro em 2026. Veja, abaixo, o índice da matéria:
- Monefy
- Minhas economias
- Spendee
- Minhas contas (App Serasa)
- Buddy
- Organizze
- Minhas finanças
- Mobills
- Money Lover
- Fin
1. Monefy
Com uma interface simples e visualmente agradável, o Monefy é um aplicativo de controle financeiro desenvolvido para facilitar o registro de receitas e despesas de forma rápida e intuitiva, ideal para quem busca organização sem complicações. Entre seus principais recursos estão a personalização de categorias, que permite ao usuário adaptar o app às suas necessidades, e a visualização de gastos por meio de gráficos em formato de pizza, que ajudam a entender melhor a distribuição das despesas.
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O Monefy é um aplicativo de controle financeiro desenvolvido para facilitar o registro de receitas e despesas de forma rápida e intuitiva — Foto: Reprodução/Matheus Azevedo
Além disso, o Monefy aceita várias moedas, recurso útil para quem viaja ou lida com transações em diferentes países. O app também permite sincronizar dados com serviços de nuvem como Google Drive e Dropbox, garantindo que o histórico financeiro esteja sempre disponível em diferentes dispositivos. O Monefy está disponível para Android e iPhone (iOS) e pode ser baixado gratuitamente, mas para aqueles que quiserem uma experiência mais completa, é possível assinar a versão paga anual por R$ 149,99, através da oferta única de boas-vindas.
Onde baixar o Monefy?
2. Minhas economias
Ao contrário de muitos apps que exigem conexão direta com bancos para funcionar, o Minhas Economias permite tanto a entrada manual de dados quanto a conexão automática via Open Finance para atualização de saldos e transações. Um dos recursos mais relevantes do app é a criação de orçamentos mensais com limites por categoria, que podem ser acompanhados em tempo real com alertas quando os gastos se aproximam dos valores definidos.
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O Minhas Economias permite tanto a entrada manual de dados quanto a conexão automática via Open Finance — Foto: Reprodução/Matheus Azevedo
O app também permite gerenciar contas e cartões, visualizar extratos com filtros inteligentes, acompanhar objetivos e sonhos financeiros, e usar tags ou membros (por exemplo, membros da família) para segmentar transações. Para quem prefere acessar de diferentes dispositivos, o Minhas Economias está disponível gratuitamente em dispositivos Android, iPhone (iOS) e também pode ser acessado via navegador. O aplicativo oferece um plano pago chamado “Meu Clube”, com valor anual de R$ 99,90. Entre os benefícios dessa assinatura estão a conexão automática e ilimitada com bancos, dicas personalizadas e otimizações que tornam a gestão mais precisa.
Onde baixar Minhas Economias?
3. Spendee
O Spendee permite, de forma simples, conectar contas bancárias, carteiras eletrônicas e até carteiras de criptomoedas para que as transações sejam importadas, categorizadas e agrupadas automaticamente, em uma visão única para o usuário. Como diferenciais, o Spendee oferece um resumo financeiro com gráficos e dashboards, criação de “carteiras” personalizadas para diferentes fins (como viagem, despesas familiares ou projetos específicos), orçamentos com alertas de limites, e a sincronização segura de dados entre dispositivos.
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O Spendee permite, de forma simples, conectar contas bancárias, carteiras eletrônicas e até carteiras de criptomoedas — Foto: Reprodução/Matheus Azevedo
Ele também permite importar e exportar transações, definir várias moedas para usuários que lidam com finanças internacionais, e possui carteiras compartilhadas para gerenciar finanças com parceiros, familiares ou colegas de quarto. O app pode ser baixado de graça tanto para Android quanto para iOS e também possui uma versão web que sincroniza automaticamente com o app móvel, facilitando o acesso às informações em diferentes dispositivos e navegadores. Vale lembrar que o Spendee oferece um plano pago via assinatura dentro do app, que custa R$ 22,99 no plano mensal, R$ 139,99 no plano anual e R$ 599,99 no plano vitalício.
Onde baixar Spendee?
4. Minhas contas (App Serasa)
O Minhas Contas é uma funcionalidade integrada ao SuperApp da Serasa que ajuda o usuário a organizar, visualizar e pagar todas as suas contas e boletos em um único lugar. O app torna mais fácil para o usuário manter as contas em dia e evitar atrasos que podem gerar juros, multas ou até impactos negativos no histórico financeiro. A ferramenta reúne as contas vinculadas ao CPF do usuário, como água, luz, gás, internet e boletos diversos, apresentando todas em ordem de vencimento, com alertas prévios de pagamento, tudo diretamente dentro do próprio aplicativo da Serasa.
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O Minhas Contas é uma funcionalidade integrada ao SuperApp da Serasa — Foto: Reprodução/Matheus Azevedo
No aplicativo, o usuário pode optar por pagar as contas de uma só vez ou individualmente, utilizando métodos como Pix, cartão de crédito ou a Carteira Digital da Serasa, o que traz agilidade ao processo. A funcionalidade também pode auxiliar na identificação de possíveis fraudes ao enviar notificações sempre que um novo boleto for emitido no CPF cadastrado. O Minhas Contas pode ser adquirido gratuitamente dentro do aplicativo da Serasa, que pode ser baixado em dispositivos Android e iOS, além de poder ser acessado por meio do site da Serasa após login com CPF e senha.
Onde baixar app Serasa?
O app pode ser usado gratuitamente em sua forma premium por 7 dias, mas após esse período alguns recursos avançados exigem compras dentro do aplicativo. Os valores para continuar com as principais ferramentas variam de acordo com o plano. O SYNC, por exemplo, custa R$13,90 por mês, ou R$ 99,90 por ano. Também há ofertas de ferramentas unitárias que desbloqueiam funcionalidades sem assinatura contínua, como é o caso dos Perfis do app, que são vendidos a R$ 19,90 a unidade.
Onde baixar Minhas Finanças?
8. Mobills
Trazendo um design intuitivo, o Mobills permite ao usuário gerenciar suas finanças através do registro de gastos e ganhos, planejamentos orçamentários mensais e o acompanhamento de gráficos que mostram como o dinheiro está sendo utilizado ao longo do tempo. Ele é um dos aplicativos de controle financeiro pessoal mais populares no Brasil, e está disponível para Android, iPhone iOS e pode ser acessado através de navegadores, com uma versão gratuita do aplicativo que oferece funcionalidades básicas de controle financeiro.
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O Mobills permite ao usuário gerenciar suas finanças através do registro de gastos e ganhos — Foto: Reprodução/Matheus Azevedo
Para quem deseja aproveitar os recursos mais avançados da gestão financeira, o Mobills oferece um plano Premium por assinatura. Os valores variam conforme a forma de contratação e o plano contratado. Entre 05 e 31 de janeiro de 2026, o app está com uma promoção onde 2 anos de Mobills Premium estão saindo por R$199,90.
Onde baixar Mobills?
9. Money Lover
A versão gratuita do Money Lover é funcional, permitindo o registro manual de transações, criação de orçamentos e visualização de gráficos de despesas, mas tem limitações como exibição de anúncios e menos opções de recursos avançados. Em relação aos planos pagos, o aplicativo oferece diferentes opções de compra dentro do próprio app, com uma das principais opções sendo o acesso Money Lover Premium vitalício, que aparece por R$ 109,90 para novos usuários durante as primeiras horas após o registro.
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O Money Lover permite o registro manual de transações, a criação de orçamentos e a visualização de gráficos de despesas — Foto: Reprodução/Matheus Azevedo
O app possui ferramentas para categorização de gastos, criação de metas, lembretes de contas e relatórios, sendo útil tanto para iniciantes quanto para quem possui uma vida financeira mais complexa. Ele também oferece suporte ao modo viagem, que permite registrar gastos em diferentes moedas, além de permitir sincronização entre dispositivos e exportação de dados, o que torna a organização das finanças mais prática.
Onde baixar Money Lover?
Money Lover no Android
Money Lover no iOS
10. Fin
O Fin permite que aqueles que o usam adicionem diversas contas do banco, categorizem entradas e saídas com ícones e emojis, anexem PDFs de comprovantes e até mesmo que criem transações recorrentes. Ele também oferece recursos como conversor de moedas, widgets para a tela inicial e segurança com proteção por senha ou biometria, seja Face ID ou Touch ID). Em termos de compatibilidade, o Fin é voltado apenas para dispositivos da Apple, sendo exclusivo do iOS, podendo operar offline e sincronizar dados via iCloud quando desejado pelo usuário.
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Internautas preocupados com despesas em 2025 podem usar o app Fin para maior controle de gastos — Foto: Reprodução/Gisele Souza
No quesito planos pagos, o Fin funciona no modelo freemium, com a versão básica que é gratuita, mas com um conjunto de assinaturas e compras dentro do app que liberam recursos premium. Entre as opções estão planos mensais e anuais, além das licenças vitalícias, com valores que podem variar conforme a região e a loja de aplicativos. Valores observados na App Store incluem assinaturas mensais de cerca de R$ 8,50, que permitem compartilhamento com múltiplos usuários.
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Negócios
Shopee reforça categoria de moda e beleza ao lado de grandes marcas
A estratégia visa ao alcance de um consumidor exigente que valoriza praticidade, diversidade e agilidade
Presente na programação da TV e no fluxo das redes sociais, a Shopee já se consolidou como uma marca onipresente no cotidiano de muitos brasileiros. Nascido em Singapura em 2015 e presente no Brasil desde 2020, marketplace ganhou relevância rapidamente no país – prova disso é a presença no top dez da pesquisa “As marcas que conquistaram o Brasil”, realizada em 2025 pela Ecglobal, que identifica empresas capazes de criar conexão genuína e engajamento com a população. Para a head de categoria Leila Carcagnoli, isso é fruto de uma estratégia hiperlocal, atenta aos hábitos, às referências e às preferências do consumidor nacional.
“Estamos ligados ao estilo do brasileiro e trabalhamos com nomes muito presentes no imaginário coletivo, como Xuxa, Ludmilla e Terry Crews”, afirma.
O reflexo dessa visão é claro: mais de 90% das vendas na Shopee no país são de vendedores brasileiros. Some a esse cenário uma plataforma dinâmica, confiável, repleta de cupons e outros benefícios e o resultado é um verdadeiro paraíso para os apaixonados por consumo.
Desde 2021, a plataforma ganhou um novo capítulo com o lançamento da seção Lojas Oficiais. Por lá, consumidores encontram itens de marcas que eles já conhecem – caso de L’Oréal Paris e Havaianas. O propósito é se aproximar de um público mais premium, que escolhe a Shopee para comprar aquilo que já está familiarizado.
“Construímos um ecossistema completo, em que o usuário aproveita benefícios reais além dos bons preços como cupom de frete grátis, cupons de desconto, variedade de produtos, cashback e uma experiência dinâmica e divertida com as Shopee Lives e Shopee Vídeos”, diz Leila.
Entre os exemplos de empresas que compõem esse rol estão ainda Maybelline, Samsung, Samsonite e muito mais.
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No ano passado, a seção atingiu o marco de mil marcas parceiras, e este ano a meta mais ambiciosa é focar no setor de moda e beleza. Nomes como Mantecorp e Simple Organic se juntaram ao ecossistema em 2025 para ampliar sua presença digital e ainda encontraram capilaridade – de acordo com um estudo do Sensor Tower de 2025, a Shopee é o aplicativo de compras mais acessado do Brasil e dados internos mostram que só o segmento de beleza é acessado por 35 milhões de pessoas mensalmente. Na plataforma, eles também encontram descontos atrativos e logística ágil e consolidada, característica importantíssima para o mundo veloz em que vivemos.
“Estamos intensificando nossos investimentos em logística para garantir ainda mais agilidade nas entregas. Na Grande São Paulo, cerca de uma em cada três encomendas é recebida até o dia seguinte”, enfatiza Leila.
Há aproximadamente 1 milhão de metros quadrados em espaços logísticos – que incluem 15 centros de distribuição, 200 hubs e 3.000 agências Shopee, que funcionam como pontos de coleta, retirada e devolução de produtos.
A comunidade Shopee
Para movimentar o mercado digital ao lado desses novos parceiros, a Shopee aposta na força das comunidades.
“Em cinco anos no Brasil, a empresa conquistou mais de 25 milhões de seguidores, com destaque para a comunidade dos Shopee Lovers, que surgiu organicamente e se tornou parte essencial da construção da empresa. A persona ‘Dona Shô’, que foi criada pelos próprios usuários, reforça essa conexão”, assinala a head.
Como consequência da estratégia, as vendas da seção Lojas Oficiais mais do que dobrou no terceiro trimestre de 2025 quando comparadas ao ano anterior.
A expansão também acompanha um novo squad de influenciadores que dialogam com o universo da moda, beleza e estilo de vida. São nomes como Shantal, Mateus Verdelho, Rob Freitas, Gisela Saback, Nah Cardoso e Aline Gotschalg. Em 2026, a Shopee deve fazer sua estreia no Baile da Vogue com uma ativação inédita que reunirá marcas e parcerias inesperadas. Acompanhe as redes sociais da etiqueta para mais detalhes.
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Negócios
Pix é a forma de pagamento preferida por quase seis em cada 10 donos de pequenos negócios
esquisa do Sebrae aponta que a ferramenta é a favorita para pagamentos e recebimentos, com alta adesão de MEI e donos de negócios em todo o país
Criado há apenas cinco anos, o Pix conquistou os empreendedores brasileiros e já é a modalidade de transação financeira mais usada, tanto para receber pagamentos de clientes quanto para pagar fornecedores. Segundo pesquisa do Sebrae e do Instituto de Pesquisas Sociais, Políticas e Econômicas (Ipespe), quase seis em cada 10 donos de pequenos negócios têm o Pix como principal meio de recebimento das vendas e outros 53% preferem esse instrumento para pagar seus parceiros comerciais.
De acordo com a pesquisa, cartões de crédito e débito, juntos, aparecem como a segunda principal forma de vendas, com 17% das citações. Já o dinheiro figura em apenas 7% das menções, confirmando a forte redução de seu uso corrente na economia.
Quando analisadas as operações com Pix de acordo com o porte da empresa, os microempreendedores individuais (MEI) lideram com larga vantagem (70%), à frente das microempresas (48%) e das empresas de pequeno porte (38%).
Foto: Luís Tajes/ASNAinda de acordo com o levantamento, essa alternativa lidera em todo o país, com predomínio dos estados das regiões Norte e Nordeste. Já entre as faixas etárias, a modalidade de recebimento tem preferência geral, mas apresenta queda entre os empreendedores 60+, em que apenas 46% mencionam o Pix.
Por último, a pesquisa revelou também que os empreendedores negros usam mais esse recurso para efetuar suas vendas (66%) do que os donos de negócios brancos (54%).
Para o presidente do Sebrae, Décio Lima, o domínio do Pix como instrumento de transações financeiras confirma o compromisso dos empreendedores com a modernização de seus negócios e com o processo de digitalização, que se tornou uma realidade na economia brasileira.
É um meio que já se consolidou. A tecnologia é um conceito que não tem mais volta e os pequenos negócios utilizam para pulverizar oportunidades e aumentar a geração de empregos.
Décio Lima, presidente do Sebrae.
Ele alerta que os empreendedores devem se manter atentos às novidades para atender seus clientes que, de forma geral, são os primeiros a usar e até mesmo a exigir essas novas tecnologias.
Fornecedores
No pagamento de fornecedores, o domínio do Pix também se confirma. Segundo a pesquisa do Sebrae, o instrumento é citado por 53% dos empreendedores, contra 23% para boletos e 8% para cartão de crédito. Assim como no recebimento de vendas de clientes, os MEI também são os que mais usam o Pix para o pagamento de fornecedores (59%). Em seguida, aparecem as microempresas (46%) e as empresas de pequeno porte (38%).
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Negócios
10 ideias de como ganhar dinheiro na internet sem sair de casa
Conheça algumas possibilidades para ter o seu próprio negócio sem sair de casa.
São muitas as oportunidades que o mercado disponibiliza para quem deseja abrir um negócio. Com o avanço da tecnologia, uma janela de possibilidades se abriu para os profissionais que procuram a sua independência financeira trabalhando remotamente. Neste artigo, você vai conhecer 10 alternativas para empreender e começar a entender como ganhar dinheiro na internet sem precisar sair de casa.
1. Ganhe dinheiro como afiliado digital
Pode ser que você nunca tenha ouvido falar nesse termo, mas provavelmente você já entrou em contato com um desses profissionais em compras realizadas via internet.
Primeiramente, trataremos do afiliado digital, profissional que comercializa produtos em determinado site e é remunerado com uma comissão por cada venda realizada. Sim, muitas empresas disponibilizam suas plataformas para que pessoas se cadastrem como vendedores on-line. Em alguns deles, é possível tirar uma comissão de até 20%! Segundo pesquisa realizada pelo Sebrae no ano de 2021, considerando uma disponibilidade mensal de 120 horas, o potencial de renda média mensal é de R$ 2.400,00.
Para esse tipo de trabalho, deve-se escolher os modelos com o quais você gostaria de trabalhar a divulgação: blogs, loja virtual, redes sociais. Uma dica para a escolha é pensar nas plataformas que você teria maiores facilidades em fazer o trabalho de vendas. Em seguida, busque pelos melhores programas de afiliados para os modelos escolhidos.
Criar uma estratégia de marketing digital e colocá-la em prática será o foco do seu trabalho. Para ter sucesso é fundamental gerar tráfego para o seu site, use e abuse de SEO, redes sociais, e-mail marketing e muita, muita técnica.
E então? Achou interessante? Antes de iniciar, pesquise bastante. O Sebrae preparou um conteúdo para de ajudar a começar a ganhar dinheiro na internet e se formalizar.
2. Ganhe dinheiro em casa como infoprodutor
Já pensou em ganhar dinheiro online compartilhando o seu conhecimento com o mundo? Os infoprodutos se destacam pelo seu caráter facilitador, despertando automaticamente a simpatia do usuário, que enxerga neles uma solução prática para a sua necessidade de adquirir informações com simplicidade. Ao
mesmo tempo, em termos de venda, os infoprodutos são fáceis de comercializar pela sua adaptabilidade. Assim, é possível adequá-los a diversos tipos de negócio, garantindo a máxima de não colocar todos os ovos da sua empresa em um mesmo cesto.
Produtos digitais como e-books estão em alta e são uma ótima oportunidade para quem deseja empreender. Isso porque você só precisa produzi-los uma única vez e pode vender quantas vezes quiser. Livros de receitas? Aulas de música? Dicas de marketing? São infinitas as possibilidades. Pense em algo no qual você é muito bom e invista nisso! Os formatos possíveis para a produção do conteúdo são diversos: e-books, e-magazines, vídeo aulas, audiobooks, podcasts e webnars. Essas são algumas das alternativas para produzir conteúdo sem sair de casa e comercializá-los e ganhar dinheiro na internet.
Ficou interessado? Saiba mais sobre infoprodutos nessa cartilha preparada pelo Sebrae. Decidiu começar a produzir e comercializar? Veja como estar em dia com a receita federal ao produzir os conteúdos digitais.
3. Venda cursos on-line sem sair de casa
Nosso terceiro tópico trata da venda de cursos online. Esse trabalho é semelhante ao do infoprodutor, pois você também empreende produzindo cursos pela internet. Além do e-book, você oferece cursos on-line voltados para o público interessado no assunto que você domina.
É possível, inclusive, vender os dois produtos em conjunto e aumentar o seu faturamento. Uma outra possibilidade interessante é lançar cursos para outros profissionais interessados nesse mercado.
4. Monte uma revendedora e ganhe dinheiro na internet
A revenda de produtos não é novidade para ninguém. Todo mundo conhece alguém que trabalha com isso, não é mesmo? Mas hoje em dia essa atividade está se transformando. Isso porque a quantidade de empresas que permitem que isso seja feito de forma totalmente on-line vem crescendo a cada dia. Nos últimos anos, o mercado se expandiu e, agora, vai muito além do comércio porta a porta. Grandes marcas de chocolate, beleza e perfumes procuram pessoas interessadas em negociar mercadorias de modo totalmente virtual.
Revender produtos online é uma excelente maneira de montar uma loja virtual e começar a ganhar dinheiro na internet. Além disso, em geral não é necessário investimento financeiro para começar um negócio desse tipo.
E aí? Essa opção é para você? Pensando nisso, o Sebrae oferece um curso gratuito te ajudar a montar sua primeira loja virtual. Não perca a oportunidade!
5. Agente de viagem
Se você gosta de trabalhar com turismo, essa pode ser uma boa fonte de renda! Você sabia que algumas empresas do setor contratam profissionais para vender seus pacotes on-line? Isso mesmo! A maioria delas oferece um curso básico e um modelo de franquia para quem deseja trabalhar por conta própria, e de casa. Por meio da internet, você capta clientes e recebe uma comissão por cada pacote fechado.
6. Importação
Já pensou em lucrar até 300% em um produto? Conhecido como dropshipping, o meio de comercialização de itens importados que tem atraído o interesse de muitas pessoas. Isso porque além da margem de lucro alta, o lojista não precisa de estoque para começar a trabalhar.
E como funciona? O profissional atua como intermediário entre o cliente e o fornecedor. A partir de uma conta criada no site da empresa, você começa a vender os produtos sem se preocupar com o estoque nem com a entrega final, pois essas são responsabilidades do fornecedor.
É uma ótima alternativa para quem deseja empreender, mas ainda não tem capital para investir.
7. Pesquisas on-line
Quanto vale a sua opinião? Essa pergunta pode parecer estranha, mas muitas plataformas de pesquisas on-line pagam as pessoas por suas participações. As empresas contratam esse serviço para saber a opinião do público sobre novos produtos, ou sobre como melhorar aqueles que já estão no mercado.
8. Cuidado com pets
Você gosta tanto de animais que até toparia cuidar dos pets de outras pessoas?
A procura por esses profissionais tem crescido e aberto uma boa oportunidade para se fazer dinheiro. Atualmente, alguns aplicativos conectam os donos de cachorros a pessoas que possam passear com eles ou mesmo hospedá-los por algum período. Os passeios chegam a custar cerca de R$ 45, enquanto as hospedagens variam entre R$ 20 e R$ 200.
9. Monte um delivery de comida
Se as suas habilidades estão relacionadas à culinária, essa é a sua chance de transformar a sua cozinha em um restaurante! Você pode cadastrar o seu negócio em aplicativos de delivery e selecionar a opção de plano com entregador. Assim, você não precisa se preocupar com os custos de entrega ou com a criação de uma loja virtual própria.
10. Serviços e soluções digitais
Como não poderia ser diferente, trabalhar com soluções digitais é perfeitamente possível de ser feito de casa. Isso porque, como visto acima, área de tecnologia está em alta e a demanda por mão de obra qualificada não para de crescer.
Se a sua especialidade é relacionada à área, essa é uma ótima alternativa para empreender.
Alguns exemplos de serviços são: desenvolvimento de sites, criação de softwares e aplicativos e web design. Até mesmo alguns serviços de suporte de informática podem ser realizados de modo virtual.
Por fim, sabemos que empreender demanda tempo, conhecimento e persistência. Como vimos aqui, são muitas as oportunidades e diversos os ramos em que você pode atuar de casa e sem precisar de um grande investimento financeiro para começar.
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