Redes Sociais
TikTok lança novo app “PineDrama” com novelas curtas e verticais
Plataforma já disponível no Brasil é gratuita e tem catálogo recheado com produções internacionais.
O TikTok lançou sem alarde um novo aplicativo para dispositivos móveis. Trata-se do PineDrama, que aproveita uma grande tendência do mercado audiovisual do momento: as novelas de curta duração e exibidas com a tela na vertical.
A ferramenta está disponível para uso e download gratuitamente tanto na Google Play Store (Android) quanto na App Store (iOS). O Brasil é um dos poucos mercados que receberam o serviço até o momento, ao lado dos Estados Unidos.
O PineDrama tem novelas sem propagandas, uma curadoria pensada nos hábitos e gostos dos usuários e uma interface bastante simplificada para uso. O aplicativo guarda o seu histórico para você rever ou continuar histórias e oferece os conteúdos em alta qualidade de som e imagem.
)
É possível ainda trocar de episódios, controlar a velocidade de reprodução, alterar a tela para deixá-la mais limpa e salvar os conteúdos favoritos para acesso rápido em outro momento. A conta usada pode ser a mesma do TikTok e, ao menos por enquanto, não há qualquer indício de cobrança por conteúdo ou formas de monetização.
A ascensão dos microdramas
- Apesar do lançamento recente e praticamente sem divulgação por parte do TikTok, alguns dos programas já acumulam mais de 100 milhões de visualizações;
- O sucesso inicial reforça o bom momento desse formato de conteúdo audiovisual: as novelas verticais ou microdramas, produções baratas em orçamento e com um roteiro bastante exagerado nas emoções e atuações;
- A China é um dos principais mercados dos conteúdos verticais, assim como outros países asiáticos fortes no setor. Porém, os EUA agora também já contam até mesmo com produtoras especializadas só nesse tipo de gravação;
- O Kwai foi a principal rede social a popularizar esse formato no país, mas outros aplicativos específicos que funcionam como plataformas de streaming de novelas na vertical foram lançados com o tempo. É o caso dos serviços ReelShort, Dramabox e GoodShort;
- Até mesmo a Globo entrou nesse segmento: a Globoplay ganhou uma seção específica para esse tipo de produção e a própria emissora estreou em novembro do ano passado a primeira produção própria no formato, chamada de “Tudo por uma Segunda Chance”.
Para templates de websites acesse:
Clique [www.sennaprosites.com.br] Aqui
Meus outros Sites: www.esvox.com.br
Redes Sociais
TikTok apresenta feed que usa localização exata do usuário
Contudo, novidade está disponível apenas nos Estados Unidos — por enquanto
O TikTok anunciou, nesta ultima quarta-feira (11), o lançamento do recurso “Local Feeds” nos Estados Unidos, funcionalidade opcional que utiliza dados precisos de localização por GPS para criar um feed com conteúdos da região do usuário. A novidade é semelhante ao “Nearby Feed”, lançado no Reino Unido e em outros países da Europa no fim do ano passado.
Trata-se do primeiro recurso inédito disponibilizado aos usuários estadunidenses desde que o TikTok passou oficialmente para novo controle acionário no mês passado. A versão dos Estados Unidos enfrentou um início conturbado após sofrer uma grande interrupção no serviço, que, segundo a empresa, foi causada por uma “falha em cascata de sistemas”.
Como vai funcionar o novo recurso do TikTok?
- O novo feed local exibirá “conteúdos locais relacionados a viagens, eventos, restaurantes e compras, além de posts de pequenos negócios e criadores de conteúdo locais”;
- A funcionalidade estará desativada por padrão e não ficará disponível para menores de 18 anos;
- De acordo com o TikTok USDS, o rastreamento preciso de localização empregado no recurso fica “ativado apenas quando o app está aberto”;
- Os usuários que optarem por ativar o Local Feed encontrarão uma nova aba na tela inicial do aplicativo.

Estratégia distinta
O lançamento ocorre após uma mudança nos termos de serviço da plataforma nos EUA. Antes, o TikTok informava que poderia coletar apenas localizações aproximadas.
Com a venda para investidores estadunidenses, o texto passou a prever a coleta de dados de localização precisa. Embora o feed seja opcional, a atualização dos termos indica que o aplicativo pode coletar essas informações independentemente da ativação da funcionalidade. A opção pode ser habilitada ou desabilitada nas configurações.
Segundo a empresa, o feed local permitirá que usuários “descubram os melhores restaurantes, lojas, museus e eventos”. Diferentemente de recursos voltados à conexão entre pessoas próximas, o novo espaço não tem como objetivo mostrar vizinhos ou possíveis afinidades sociais, mas priorizar negócios locais, destacando eventos nas redondezas, sugestões de compras e restaurantes.
A iniciativa integra um movimento mais amplo para atrair pequenas empresas à plataforma, tanto como produtoras de conteúdo quanto como anunciantes.
Conforme observado pelo TechCrunch, a estratégia também pode ajudar a companhia a se proteger de futuras regulações e maior escrutínio, ao evidenciar o número de pequenos negócios que dependem de seus serviços.
O TikTok afirma que mais de 7,5 milhões de empresas utilizam a plataforma nos Estados Unidos para alcançar clientes. Esse dado, porém, tem como base um relatório da Oxford Economics produzido antes da conclusão do acordo que transferiu o controle da versão estadunidense para um grupo de investidores.

E a privacidade?
A expansão do uso de dados de localização precisa levanta questionamentos sobre privacidade. Embora o apoio a negócios locais seja apontado como um objetivo positivo, usuários terão de avaliar se a utilidade de um feed dedicado compensa os possíveis riscos. A Oracle é uma das principais investidoras do novo TikTok estadunidense e seu fundador, Larry Ellison, já afirmou que “cidadãos se comportam da melhor maneira possível” quando estão sob vigilância constante.
Para templates de websites acesse:
Clique [www.sennaprosites.com.br] Aqui
Meus outros Sites: www.esvox.com.br
Redes Sociais
Redes sociais foram vitrine de golpes no Brasil em 2025, segundo Serasa
Estudo da Serasa Experien aponta milhares de ameaças por mês e uso de anúncios e contas falsas para enganar usuários nas plataformas digitais
As redes sociais concentraram 78% dos anúncios, perfis e páginas falsas identificados no Brasil em 2025. Segundo levantamento da Serasa Experien publicado nesta sexta-feira (06), 37,8 mil tentativas de golpe digital foram mapeadas ao longo de 2025.
Além disso, o levantamento registrou uma média de três mil a quatro mil ameaças por mês. Apesar do volume alto, o monitoramento constante permitiu a retirada do ar de 98% do conteúdo irregular. O tempo médio entre descobrir o golpe e removê-lo foi de aproximadamente quatro dias, apontou o estudo.
Criminosos usam anúncios e perfis falsos para tentar fazer usuários caírem em golpes
A maior parte dos casos envolve anúncios fraudulentos (56%), seguidos por perfis falsos (32%). Esses perfis funcionam como uma “isca” para atrair o consumidor e levá-lo a formulários ou aplicativos perigosos que imitam empresas conhecidas.
Por que os golpistas usam as redes sociais? O ambiente dessas plataformas permite que mentiras sejam espalhadas e impulsionadas com muita rapidez. Além disso, os criminosos conseguem recriar anúncios e contas facilmente, com pequenas mudanças no visual ou no texto para enganar o sistema e os usuários.
A principal recomendação de segurança para consumidores é ter muito cuidado com ofertas de preços exageradamente baixos ou mensagens que tentam criar um senso de urgência (como “última chance” ou “compre agora ou perca”).
Já em relação a empresas, a recomendação para evitar que suas marcas sejam usadas em crimes é: monitorar as redes sociais de forma permanente e criar protocolos para pedir a remoção rápida de qualquer conteúdo falso que use seu nome.
(Essa matéria usou informações de CNN Brasil.)
Para templates de websites acesse:
Clique [www.sennaprosites.com.br] Aqui
Meus outros Sites: www.esvox.com.br
Redes Sociais
WhatsApp, Instagram e Facebook terão versões pagas, confirma Meta
Plataformas terão em breve testes de um modelo por assinatura para liberar recursos premium e mais habilidades de IA.
A Meta vai lançar em breve uma modalidade de assinatura para três dos aplicativos mais populares da empresa: o mensageiro WhatsApp e as redes sociais Instagram e Facebook. A própria companhia confirmou a informação ao site TechCrunch.
De acordo com a página, que recebeu a confirmação nesta segunda-feira (26), as “experiências premium” serão disponibilizadas a partir dos próximos meses. A Meta ainda disse que vai testar uma série de pacotes diferentes de recursos, até encontrar o modelo definitivo a ser aplicado para a comunidade — incluindo uma versão sem anúncios.
A especulação sobre as variantes pagas dos aplicativos começou nesta semana, com indícios de que o WhatsApp teria anúncios que seriam removidos para usuários pagantes em algumas seções do app.
O que sabemos das versões pagas dos apps da Meta
Ainda segundo a reportagem, a ideia da Meta por trás das assinaturas é dar ao usuário acesso a “recursos especiais e mais controle sobre como eles compartilham e se conectam“, mantendo o funcionamento base de cada aplicativo gratuito.
Além disso, essa é uma fonte recorrente de receita para a empresa, que não faz tanto dinheiro por meio do popular WhatsApp e disponibiliza de graça os recursos do modelo de linguagem Llama, como as funções da Meta AI.
- As versões pagas serão vendidas como formas de “desbloquear mais produtividade e criatividade“, além de contar com mais funções de inteligência artificial (IA) do que as já existentes nas plataformas;
- Alguns dos recursos especulados para integrar o modelo por assinatura incluem a IA generativa de vídeos Vibes e a Manus, uma desenvolvedora de agentes de IA recentemente adquirida pela Meta;
- No caso do Instagram, o programador Alessandro Paluzzi parece ter encontrado no código da rede social algumas das exclusividades. Elas incluem a criação ilimitada de listas de amigos, saber quem das pessoas que você segue que não te seguiu de volta e ver um Story sem que a pessoa saiba que você visualizou o post;
👆🏻 #Instagram is working on a new paid subscription** that will offer new perks, including the ability to create unlimited audience lists, see the list of followers who don’t follow you back and sneak a peek at a story without showing that you’ve viewed it 👀 pic.twitter.com/cQp6xUEzOY
— Alessandro Paluzzi (@alex193a) January 22, 2026
👆🏻 #Instagram is working on a new paid subscription** that will offer new perks, including the ability to create unlimited audience lists, see the list of followers who don’t follow you back and sneak a peek at a story without showing that you’ve viewed it 👀 pic.twitter.com/cQp6xUEzOY
— Alessandro Paluzzi (@alex193a) January 22, 2026
- As versões premium dos aplicativos serão pagamentos e serviços separados do programa Meta Verified, que adiciona o selo azul de verificação em contas e já garante alguns benefícios para perfis de pessoas e empresas.
Até agora, não se sabe quais serão os preços da assinatura paga que desbloqueia recursos no WhatsApp, Instagram e Facebook. A Meta afirma que “vai escutar a comunidade” e reunir sugestões na medida em que iniciar a disponibilidade dos novos planos.
Para templates de websites acesse:
Clique [www.sennaprosites.com.br] Aqui
Meus outros Sites: www.esvox.com.br
-
Sem categoria6 meses atrásMega Millions sorteia R$ 3,7 bilhões – o 10º maior prêmio da história
-
Redes Sociais5 meses atrásFunção ‘estilo MSN’ chega ao WhatsApp; veja como usar os Recados
-
Entretenimento5 meses atrásAline Maria lança álbum Bruta Flor com três sessões no Sesc Glória
-
Empregos4 meses atrásHome office: 102 vagas para trabalho remoto [14/12]
-
Tecnologia4 meses atrásiOS 26.2 é lançado para iPhones; confira as principais novidades
-
Entretenimento6 meses atrásCarnaval de Vitória abre inscrições para Concurso da Família Real 2026
-
Tecnologia5 meses atrásComo comprar um domínio já registrado ou removido?
-
Games6 meses atrásPlants Vs Zombies revive clássico com ótimo gameplay
