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França propõe proibir redes sociais para menores de 15 Anos

Iniciativa, apoiada pelo presidente Emmanuel Macron, visa proteger crianças da exposição excessiva a telas e deve ser debatida pelo senado

marcelo

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França propõe proibir redes sociais para menores de 15 Anos
Uso constante de redes sociais entre adolescentes preocupa especialistas (Imagem: Luiza Kamalova / Shutterstock)
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Em dezembro de 2025, a Austrália aplicou um banimento que impede menores de 16 anos de manter contas em redes sociais como TikTok, Instagram e X. Agora, a França planeja introduzir uma proibição para menores de 15 anos acessarem redes sociais, com implementação prevista para setembro de 2026. A medida faz parte de um projeto de lei que busca proteger crianças e adolescentes dos potenciais riscos do uso excessivo de plataformas digitais.

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O presidente francês, Emmanuel Macron, expressou apoio à iniciativa, que será submetida ao debate parlamentar já em janeiro. Durante seu discurso de Fim de Ano, Macron ressaltou a importância de “proteger nossas crianças e adolescentes das redes sociais e das telas”, garantindo um “cuidado especial” para a aprovação da proposta.

macron
Imagem: Divulgação – Governo da França

O projeto de lei se fundamenta em diversos estudos e relatórios que apontam os perigos do uso descontrolado de telas digitais por jovens. O governo francês destaca que o acesso ilimitado à internet pode expor crianças a conteúdos inadequados, assédio digital e impactar negativamente seus padrões de sono.

O Conteúdo do Projeto de Lei

Por enquanto, a proposta legislativa é composta por dois artigos principais:

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  • O primeiro estabeleceria a ilegalidade para plataformas online de fornecerem serviços de rede social a indivíduos com idade inferior a 15 anos.
  • O segundo artigo propõe estender a proibição do uso de telefones celulares para escolas de ensino médio.

É importante notar que a França já possui uma lei, em vigor desde 2018, que proíbe o uso de celulares em pré-escolas e centros de ensino médio. No entanto, a aplicação dessa proibição tem sido inconsistente.

Foto bem de perto de menina usando celular
(Imagem: Towfiqu ahamed barbhuiya/Shutterstock)

Recentemente, o Senado francês também manifestou apoio a medidas de proteção para adolescentes contra o uso excessivo de telas e o acesso a redes sociais. Uma das propostas do Senado inclui a exigência de autorização parental para que jovens entre 13 e 16 anos possam se registrar em plataformas sociais. Esta iniciativa foi encaminhada à Assembleia Nacional, que deverá analisá-la e aprová-la para que se converta em lei.

Como foi o banimento na Austrália?

Na Austrália as plataformas foram obrigadas a implementar mecanismos próprios para identificar usuários menores de idade, já que a lei não impõe um padrão único.

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Redes sociais na Australia
Medida teve resistência no início, mas começa a ser colocada em prática pelas empresas responsáveis por plataformas de redes sociais (Imagens: Mehaniq/Shutterstock e 13_Phunkod/Shutterstock)

As empresas podem recorrer a uma combinação de reconhecimento facial, estimativa de idade por comportamento, documentos complementares, dados de conta ou verificadores externos. O governo proibiu que o pedido de documento oficial seja a única forma de comprovação.

A lista incluiu redes amplamente usadas por adolescentes australianos. Estão na lista: TikTok, Instagram e X/Twitter, YouTube, Snapchat, Reddit, Facebook, Threads e Twitch.

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Redes Sociais

TikTok apresenta feed que usa localização exata do usuário

Contudo, novidade está disponível apenas nos Estados Unidos — por enquanto

marcelo

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Rede social estreou sob novo controlador nos EUA com problemas (Imagem: DANIEL CONSTANTE/Shutterstock)
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O TikTok anunciou, nesta ultima quarta-feira (11), o lançamento do recurso “Local Feeds” nos Estados Unidos, funcionalidade opcional que utiliza dados precisos de localização por GPS para criar um feed com conteúdos da região do usuário. A novidade é semelhante ao “Nearby Feed”, lançado no Reino Unido e em outros países da Europa no fim do ano passado.

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Trata-se do primeiro recurso inédito disponibilizado aos usuários estadunidenses desde que o TikTok passou oficialmente para novo controle acionário no mês passado. A versão dos Estados Unidos enfrentou um início conturbado após sofrer uma grande interrupção no serviço, que, segundo a empresa, foi causada por uma “falha em cascata de sistemas”.

Como vai funcionar o novo recurso do TikTok?

  • O novo feed local exibirá “conteúdos locais relacionados a viagens, eventos, restaurantes e compras, além de posts de pequenos negócios e criadores de conteúdo locais”;
  • A funcionalidade estará desativada por padrão e não ficará disponível para menores de 18 anos;
  • De acordo com o TikTok USDS, o rastreamento preciso de localização empregado no recurso fica “ativado apenas quando o app está aberto”;
  • Os usuários que optarem por ativar o Local Feed encontrarão uma nova aba na tela inicial do aplicativo.
Três telas ilustrando o uso do novo recurso do TikTok
Com novidade, usuário poderá explorar espaços próximos (Imagem: Reprodução/TikTok)

Estratégia distinta

O lançamento ocorre após uma mudança nos termos de serviço da plataforma nos EUA. Antes, o TikTok informava que poderia coletar apenas localizações aproximadas.

Com a venda para investidores estadunidenses, o texto passou a prever a coleta de dados de localização precisa. Embora o feed seja opcional, a atualização dos termos indica que o aplicativo pode coletar essas informações independentemente da ativação da funcionalidade. A opção pode ser habilitada ou desabilitada nas configurações.

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Segundo a empresa, o feed local permitirá que usuários “descubram os melhores restaurantes, lojas, museus e eventos”. Diferentemente de recursos voltados à conexão entre pessoas próximas, o novo espaço não tem como objetivo mostrar vizinhos ou possíveis afinidades sociais, mas priorizar negócios locais, destacando eventos nas redondezas, sugestões de compras e restaurantes.

A iniciativa integra um movimento mais amplo para atrair pequenas empresas à plataforma, tanto como produtoras de conteúdo quanto como anunciantes.

Conforme observado pelo TechCrunch, a estratégia também pode ajudar a companhia a se proteger de futuras regulações e maior escrutínio, ao evidenciar o número de pequenos negócios que dependem de seus serviços.

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O TikTok afirma que mais de 7,5 milhões de empresas utilizam a plataforma nos Estados Unidos para alcançar clientes. Esse dado, porém, tem como base um relatório da Oxford Economics produzido antes da conclusão do acordo que transferiu o controle da versão estadunidense para um grupo de investidores.

Duas telas ilustrando o uso do novo recurso do TikTok
Recurso ficará desativado por padrão e não estará disponível para usuários menores de 18 anos (Imagem: Reprodução/TikTok)

E a privacidade?

A expansão do uso de dados de localização precisa levanta questionamentos sobre privacidade. Embora o apoio a negócios locais seja apontado como um objetivo positivo, usuários terão de avaliar se a utilidade de um feed dedicado compensa os possíveis riscos. A Oracle é uma das principais investidoras do novo TikTok estadunidense e seu fundador, Larry Ellison, já afirmou que “cidadãos se comportam da melhor maneira possível” quando estão sob vigilância constante.

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Redes sociais foram vitrine de golpes no Brasil em 2025, segundo Serasa

Estudo da Serasa Experien aponta milhares de ameaças por mês e uso de anúncios e contas falsas para enganar usuários nas plataformas digitais

marcelo

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Redes sociais foram vitrine de golpes no Brasil em 2025, segundo Serasa
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As redes sociais concentraram 78% dos anúncios, perfis e páginas falsas identificados no Brasil em 2025. Segundo levantamento da Serasa Experien publicado nesta sexta-feira (06), 37,8 mil tentativas de golpe digital foram mapeadas ao longo de 2025.

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Além disso, o levantamento registrou uma média de três mil a quatro mil ameaças por mês. Apesar do volume alto, o monitoramento constante permitiu a retirada do ar de 98% do conteúdo irregular. O tempo médio entre descobrir o golpe e removê-lo foi de aproximadamente quatro dias, apontou o estudo.

Criminosos usam anúncios e perfis falsos para tentar fazer usuários caírem em golpes

A maior parte dos casos envolve anúncios fraudulentos (56%), seguidos por perfis falsos (32%). Esses perfis funcionam como uma “isca” para atrair o consumidor e levá-lo a formulários ou aplicativos perigosos que imitam empresas conhecidas.

Por que os golpistas usam as redes sociais? O ambiente dessas plataformas permite que mentiras sejam espalhadas e impulsionadas com muita rapidez. Além disso, os criminosos conseguem recriar anúncios e contas facilmente, com pequenas mudanças no visual ou no texto para enganar o sistema e os usuários.

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A principal recomendação de segurança para consumidores é ter muito cuidado com ofertas de preços exageradamente baixos ou mensagens que tentam criar um senso de urgência (como “última chance” ou “compre agora ou perca”).

Já em relação a empresas, a recomendação para evitar que suas marcas sejam usadas em crimes é: monitorar as redes sociais de forma permanente e criar protocolos para pedir a remoção rápida de qualquer conteúdo falso que use seu nome.

(Essa matéria usou informações de CNN Brasil.)

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WhatsApp, Instagram e Facebook terão versões pagas, confirma Meta

Plataformas terão em breve testes de um modelo por assinatura para liberar recursos premium e mais habilidades de IA.

marcelo

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WhatsApp, Instagram e Facebook terão versões pagas, confirma Meta
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A Meta vai lançar em breve uma modalidade de assinatura para três dos aplicativos mais populares da empresa: o mensageiro WhatsApp e as redes sociais Instagram e Facebook. A própria companhia confirmou a informação ao site TechCrunch.

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De acordo com a página, que recebeu a confirmação nesta segunda-feira (26), as “experiências premium” serão disponibilizadas a partir dos próximos meses. A Meta ainda disse que vai testar uma série de pacotes diferentes de recursos, até encontrar o modelo definitivo a ser aplicado para a comunidade — incluindo uma versão sem anúncios.

A especulação sobre as variantes pagas dos aplicativos começou nesta semana, com indícios de que o WhatsApp teria anúncios que seriam removidos para usuários pagantes em algumas seções do app.

O que sabemos das versões pagas dos apps da Meta

Ainda segundo a reportagem, a ideia da Meta por trás das assinaturas é dar ao usuário acesso a “recursos especiais e mais controle sobre como eles compartilham e se conectam“, mantendo o funcionamento base de cada aplicativo gratuito.

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Além disso, essa é uma fonte recorrente de receita para a empresa, que não faz tanto dinheiro por meio do popular WhatsApp e disponibiliza de graça os recursos do modelo de linguagem Llama, como as funções da Meta AI.

  • As versões pagas serão vendidas como formas de “desbloquear mais produtividade e criatividade“, além de contar com mais funções de inteligência artificial (IA) do que as já existentes nas plataformas;
  • Alguns dos recursos especulados para integrar o modelo por assinatura incluem a IA generativa de vídeos Vibes e a Manus, uma desenvolvedora de agentes de IA recentemente adquirida pela Meta;
  • No caso do Instagram, o programador Alessandro Paluzzi parece ter encontrado no código da rede social algumas das exclusividades. Elas incluem a criação ilimitada de listas de amigos, saber quem das pessoas que você segue que não te seguiu de volta e ver um Story sem que a pessoa saiba que você visualizou o post;

 

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  • As versões premium dos aplicativos serão pagamentos e serviços separados do programa Meta Verified, que adiciona o selo azul de verificação em contas e já garante alguns benefícios para perfis de pessoas e empresas.

Até agora, não se sabe quais serão os preços da assinatura paga que desbloqueia recursos no WhatsApp, Instagram e Facebook. A Meta afirma que “vai escutar a comunidade” e reunir sugestões na medida em que iniciar a disponibilidade dos novos planos.

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