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Fonte Stranger Things no Instagram: o que é e como usar nos Stories

Em colab com o Instagram, série da Netflix lança fonte com sua própria caligrafia nos Stories; veja como usar a novidade que, além de letra, traz efeito especial exclusivo

marcelo

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Saiba como usar a nova fonte de Stranger Things no Instagram — Foto: Reprodução/Luã Souza
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O Instagram lançou, no dia 23 de novembro, uma nova fonte em parceria com a Netflix, que pode ser usada nos Stories e Reels da rede social. O lançamento faz parte da colab entre a Meta e a plataforma de streaming, que usou sua própria caligrafia para construir a estética da novidade. Além das letras, é possível aplicar um efeito especial ligado à identidade da série. A possibilidade vem chamando atenção dos fãs e da comunidade geral da plataforma, com diversas publicações que já exploram a nova possibilidade. Nas linhas a seguir, saiba mais sobre a fonte de Stranger Things no Instagram e veja como usá-la nos Stories.

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O que é a fonte de Stranger Things no Instagram?

A série de Stranger Things, em parceria com a Meta, lançou sua própria fonte no Instagram, a “CODE RED”. Agora, os fãs podem escrever nos Stories e Reels com a própria caligrafia da série – até mesmo quem não a conhece gostou do ar de “novidade” que as novas letras trouxeram para a rede social. Além disso, a partir de alguns atalhos é possível modificar o tom da escrita para as cores vermelhas que fazem parte da identidade visual de Stranger Things.

O anúncio da colab foi realizado por meio de uma postagem envolvendo o perfil oficial de Stranger Things, com a legenda “🚨 CÓDIGO VERMELHO🚨 A fonte de Stranger Things está disponível para Stories e Reels!”. A ação está ligada ao lançamento da quinta e última temporada da série, que estreia no dia 26 de novembro na Netflix.

Como usar a fonte de Stranger Things nos Stories?

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Passo 1. Abra o aplicativo do Instagram e arraste a tela para a direita com o objetivo de publicar um novo Story. Tire uma foto tocando no botão central – ou selecione uma imagem da sua galeria;

Primeiros passos para publicar um Story no Instagram  — Foto: Reprodução/Mariana Tralback
Primeiros passos para publicar um Story no Instagram — Foto: Reprodução/Mariana Tralback

Passo 2. Na parte inferior da tela, toque nas duas letras “A”, que darão acesso às fontes do Instagram. Depois, selecione a opção “Stranger Things”;

A nova fonte de Stranger Things está disponível desde o dia 23/11 para os usuários do Instagram — Foto: Reprodução/Luã Souza

A nova fonte de Stranger Things está disponível desde o dia 23/11 para os usuários do Instagram — Foto: Reprodução/Luã Souza

Passo 3. Por fim, escreva o texto desejado. Vale ressaltar que a fonte pode ser alterada para ganhar os tons vermelhos que destacam o nome da série. Para isso, basta escrever algo com a fonte Stranger Things já selecionada e escolher o A pontilhado para aplicar o efeito.

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Fonte de Stranger Things no Instagram pode ganhar o efeito vermelho e preto que faz parte da identidade visual da série — Foto: Reprodução/Luã Souza
Fonte de Stranger Things no Instagram pode ganhar o efeito vermelho e preto que faz parte da identidade visual da série — Foto: Reprodução/Luã Souza

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TikTok apresenta feed que usa localização exata do usuário

Contudo, novidade está disponível apenas nos Estados Unidos — por enquanto

marcelo

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Rede social estreou sob novo controlador nos EUA com problemas (Imagem: DANIEL CONSTANTE/Shutterstock)
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O TikTok anunciou, nesta ultima quarta-feira (11), o lançamento do recurso “Local Feeds” nos Estados Unidos, funcionalidade opcional que utiliza dados precisos de localização por GPS para criar um feed com conteúdos da região do usuário. A novidade é semelhante ao “Nearby Feed”, lançado no Reino Unido e em outros países da Europa no fim do ano passado.

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Trata-se do primeiro recurso inédito disponibilizado aos usuários estadunidenses desde que o TikTok passou oficialmente para novo controle acionário no mês passado. A versão dos Estados Unidos enfrentou um início conturbado após sofrer uma grande interrupção no serviço, que, segundo a empresa, foi causada por uma “falha em cascata de sistemas”.

Como vai funcionar o novo recurso do TikTok?

  • O novo feed local exibirá “conteúdos locais relacionados a viagens, eventos, restaurantes e compras, além de posts de pequenos negócios e criadores de conteúdo locais”;
  • A funcionalidade estará desativada por padrão e não ficará disponível para menores de 18 anos;
  • De acordo com o TikTok USDS, o rastreamento preciso de localização empregado no recurso fica “ativado apenas quando o app está aberto”;
  • Os usuários que optarem por ativar o Local Feed encontrarão uma nova aba na tela inicial do aplicativo.
Três telas ilustrando o uso do novo recurso do TikTok
Com novidade, usuário poderá explorar espaços próximos (Imagem: Reprodução/TikTok)

Estratégia distinta

O lançamento ocorre após uma mudança nos termos de serviço da plataforma nos EUA. Antes, o TikTok informava que poderia coletar apenas localizações aproximadas.

Com a venda para investidores estadunidenses, o texto passou a prever a coleta de dados de localização precisa. Embora o feed seja opcional, a atualização dos termos indica que o aplicativo pode coletar essas informações independentemente da ativação da funcionalidade. A opção pode ser habilitada ou desabilitada nas configurações.

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Segundo a empresa, o feed local permitirá que usuários “descubram os melhores restaurantes, lojas, museus e eventos”. Diferentemente de recursos voltados à conexão entre pessoas próximas, o novo espaço não tem como objetivo mostrar vizinhos ou possíveis afinidades sociais, mas priorizar negócios locais, destacando eventos nas redondezas, sugestões de compras e restaurantes.

A iniciativa integra um movimento mais amplo para atrair pequenas empresas à plataforma, tanto como produtoras de conteúdo quanto como anunciantes.

Conforme observado pelo TechCrunch, a estratégia também pode ajudar a companhia a se proteger de futuras regulações e maior escrutínio, ao evidenciar o número de pequenos negócios que dependem de seus serviços.

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O TikTok afirma que mais de 7,5 milhões de empresas utilizam a plataforma nos Estados Unidos para alcançar clientes. Esse dado, porém, tem como base um relatório da Oxford Economics produzido antes da conclusão do acordo que transferiu o controle da versão estadunidense para um grupo de investidores.

Duas telas ilustrando o uso do novo recurso do TikTok
Recurso ficará desativado por padrão e não estará disponível para usuários menores de 18 anos (Imagem: Reprodução/TikTok)

E a privacidade?

A expansão do uso de dados de localização precisa levanta questionamentos sobre privacidade. Embora o apoio a negócios locais seja apontado como um objetivo positivo, usuários terão de avaliar se a utilidade de um feed dedicado compensa os possíveis riscos. A Oracle é uma das principais investidoras do novo TikTok estadunidense e seu fundador, Larry Ellison, já afirmou que “cidadãos se comportam da melhor maneira possível” quando estão sob vigilância constante.

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Redes sociais foram vitrine de golpes no Brasil em 2025, segundo Serasa

Estudo da Serasa Experien aponta milhares de ameaças por mês e uso de anúncios e contas falsas para enganar usuários nas plataformas digitais

marcelo

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Redes sociais foram vitrine de golpes no Brasil em 2025, segundo Serasa
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As redes sociais concentraram 78% dos anúncios, perfis e páginas falsas identificados no Brasil em 2025. Segundo levantamento da Serasa Experien publicado nesta sexta-feira (06), 37,8 mil tentativas de golpe digital foram mapeadas ao longo de 2025.

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Além disso, o levantamento registrou uma média de três mil a quatro mil ameaças por mês. Apesar do volume alto, o monitoramento constante permitiu a retirada do ar de 98% do conteúdo irregular. O tempo médio entre descobrir o golpe e removê-lo foi de aproximadamente quatro dias, apontou o estudo.

Criminosos usam anúncios e perfis falsos para tentar fazer usuários caírem em golpes

A maior parte dos casos envolve anúncios fraudulentos (56%), seguidos por perfis falsos (32%). Esses perfis funcionam como uma “isca” para atrair o consumidor e levá-lo a formulários ou aplicativos perigosos que imitam empresas conhecidas.

Por que os golpistas usam as redes sociais? O ambiente dessas plataformas permite que mentiras sejam espalhadas e impulsionadas com muita rapidez. Além disso, os criminosos conseguem recriar anúncios e contas facilmente, com pequenas mudanças no visual ou no texto para enganar o sistema e os usuários.

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A principal recomendação de segurança para consumidores é ter muito cuidado com ofertas de preços exageradamente baixos ou mensagens que tentam criar um senso de urgência (como “última chance” ou “compre agora ou perca”).

Já em relação a empresas, a recomendação para evitar que suas marcas sejam usadas em crimes é: monitorar as redes sociais de forma permanente e criar protocolos para pedir a remoção rápida de qualquer conteúdo falso que use seu nome.

(Essa matéria usou informações de CNN Brasil.)

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WhatsApp, Instagram e Facebook terão versões pagas, confirma Meta

Plataformas terão em breve testes de um modelo por assinatura para liberar recursos premium e mais habilidades de IA.

marcelo

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WhatsApp, Instagram e Facebook terão versões pagas, confirma Meta
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A Meta vai lançar em breve uma modalidade de assinatura para três dos aplicativos mais populares da empresa: o mensageiro WhatsApp e as redes sociais Instagram e Facebook. A própria companhia confirmou a informação ao site TechCrunch.

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De acordo com a página, que recebeu a confirmação nesta segunda-feira (26), as “experiências premium” serão disponibilizadas a partir dos próximos meses. A Meta ainda disse que vai testar uma série de pacotes diferentes de recursos, até encontrar o modelo definitivo a ser aplicado para a comunidade — incluindo uma versão sem anúncios.

A especulação sobre as variantes pagas dos aplicativos começou nesta semana, com indícios de que o WhatsApp teria anúncios que seriam removidos para usuários pagantes em algumas seções do app.

O que sabemos das versões pagas dos apps da Meta

Ainda segundo a reportagem, a ideia da Meta por trás das assinaturas é dar ao usuário acesso a “recursos especiais e mais controle sobre como eles compartilham e se conectam“, mantendo o funcionamento base de cada aplicativo gratuito.

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Além disso, essa é uma fonte recorrente de receita para a empresa, que não faz tanto dinheiro por meio do popular WhatsApp e disponibiliza de graça os recursos do modelo de linguagem Llama, como as funções da Meta AI.

  • As versões pagas serão vendidas como formas de “desbloquear mais produtividade e criatividade“, além de contar com mais funções de inteligência artificial (IA) do que as já existentes nas plataformas;
  • Alguns dos recursos especulados para integrar o modelo por assinatura incluem a IA generativa de vídeos Vibes e a Manus, uma desenvolvedora de agentes de IA recentemente adquirida pela Meta;
  • No caso do Instagram, o programador Alessandro Paluzzi parece ter encontrado no código da rede social algumas das exclusividades. Elas incluem a criação ilimitada de listas de amigos, saber quem das pessoas que você segue que não te seguiu de volta e ver um Story sem que a pessoa saiba que você visualizou o post;

 

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  • As versões premium dos aplicativos serão pagamentos e serviços separados do programa Meta Verified, que adiciona o selo azul de verificação em contas e já garante alguns benefícios para perfis de pessoas e empresas.

Até agora, não se sabe quais serão os preços da assinatura paga que desbloqueia recursos no WhatsApp, Instagram e Facebook. A Meta afirma que “vai escutar a comunidade” e reunir sugestões na medida em que iniciar a disponibilidade dos novos planos.

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